Os quatro C's que resultam no grande A

Um singelo rascunho de como eu compreendo atualmente a vida. Contemplação. Compreensão. Carinho. Compaixão. Atributos essenciais para trabalharmos nosso Ser...

A MAGIA NOSSA DE CADA DIA.

Milhares de vozes orgânicas transformadas em ondas de rádio e ondas eletromagnéticas que viajam de maneira invisível e imperceptível, na velocidade da luz...

INSATISFAÇÃO SEXUAL E A OBLITERAÇÃO DO SER.

Sexo é pecado? É antinatural? O que é o SER e o que isso interfere na insatisfação sexual...

O Terror do Amor

Ter amor é opiofágico. É um ciclo vicioso. Uma moeda de dois lados – o lado do ter e do não ter. Enquanto há algo para se consumir, o ter prevalece e a falsa felicidade impera, quando já se consumiu todo amor...

A FELICIDADE NÃO É REAL.

Tampouco a infelicidade. Descubra o porquê...

31/08/2011

Aliança Daemon #01

 
 Confira a primeira edição da e-zine gratuita especializada em Sistema Daemon!

29/08/2011

Do Infinito à Existência Finita.

Este artigo é uma tentativa de explicar de maneira ilustrativa e objetiva conceitos universais presentes na maioria dos mitos, religiões e filosofias da humanidade.

A Origem não originada – O Infinito.

Há um consenso em todas as doutrinas esotéricas e exotéricas de que existe uma realidade única, com “r” maiúsculo, e essa Realidade é representada pelo conceito do infinito. Que não possui um início e nem um fim. Algo que em sua infinitude é impossível de ser completamente realizado por nossa finitude. A Fonte de Tudo, a Fonte de Si Mesma.

E para a mente humana – finita – qual seria um símbolo adequado para representar tal essência infinita? Um círculo.

Um círculo perfeito representa o infinito, a Realidade Última.

No círculo não existe um início e nem um fim, não há ponta lateral, superior ou inferior. Existe apenas o Todo. Podemos encontrar este símbolo em todas as culturas existentes, seja na representação do Tao asiático até na serpente engolindo o próprio rabo, vista em culturas ocidentais e povos nativos das Américas.

A Consciência Plena – Deus/Demiurgo/Divindade.

Do Infinito nada se pode tirar e nem delimitar. Logo o Infinito existe e não existe ao mesmo temo. É consciente e inconsciente de Si mesmo. É o Todo e é o Nada.

Para representar a consciência do infinito (pois o Infinito em sua infinitude pode tomar consciência de Si Mesmo), utiliza-se um ponto bem no centro do círculo. A este ponto pode ser designado o papel de  Deus, Demiurgo, YAHVEH  entre outras variações de acordo com a cultura de determinada região. Mas em seu estado bruto. Não há criação, ainda, apenas um latente Criador.

A Inconsciência – O Início da Criação.

Para a Consciência tomar consciência de si, primeiro é preciso que se torne inconsciente de Si Mesma. Então a Consciência se dualiza. Luz e Trevas. Consciência e Inconsciência. Isto está bastante evidente na passagem judaico-cristã onde Deus separa a Luz da Escuridão. Simbolicamente isto é representado através de um risco no meio do círculo perfeito. Tudo o que é divino, angélico, espiritual, sutil e imaterial é representado por um risco vertical. A Dualidade.

Um Mergulho mais profundo – A realidade física/Big Bang.

No anseio de buscar mais profundidade na obtenção da Consciência Plena, a Divindade começa vibrar em uma frequência maior e mais densa. O sutil se condensa e explode em Criação. O Universo Físico é criado. Ou melhor. Ainda está se Criando. Pode-se atribuir a alegoria hindu de Maya (o universo físico – Ilusão). O firmamento criado por Demiurgo. Agora temos uma cruz dentro do círculo, dividindo quatro espaços. Fogo, Água, Ar e Terra. Os elementos responsáveis por formar a matéria. O círculo pode ser considerado como o quinto elemento (Éter, Akasha, Vácuo, Prana, Chi, Vril...), o elemento responsável por animar os demais. Além da cruz dentro do círculo, outro símbolo bastante utilizado para representar este estágio é a estrela de cinco pontas.

O Infinito move o Finito.

Agregando todos os “estágios” e símbolos anteriores temos o que conhecemos por suástica. E não. Isso não é um símbolo nazista. Apesar de Hitler ter utilizado este símbolo em sua campanha nazista, a suástica é muito mais antiga e se encontra em diversas culturas antigas. Como no Hinduísmo, Jainismo, Budismo, Zoroastrismo... Está no emblema da Seicho-No-Ie, na antiga Cruz do Sol escandinava, na bandeira de Kuna Yala (Panamá), em tapeçarias dos índios Navajos (América do Norte) e em diversas outras culturas.
Aqui temos a ideia de que tudo é movido pelo Infinit.
 O Infinito é a Realidade Última responsável por todas as demais realidades. Esta interação é muito bem ilustrada no símbolo do Yin Yang e na roda do Dharma.

Acredito que agora ficou mais fácil de entender alguns símbolos que vemos em diversos lugares e entendermos um pouco mais sobre nós mesmos, não é? O mais importante de tudo isso é perceber que somos parte do Todo e que a identificação com a linha horizontal, ou a vertical, ou algum aspecto dentro do círculo é Ilusão. Afinal o oceano é formado por gotas de água, mas não podemos afirmar que uma gota de água é o oceano, não?

Namastê!


Texto escrito por Leonardo Triandopolis Vieira

24/08/2011

Os Mestres Zen de Eckhart Tolle



Vivi com alguns mestres Zen – todos eles gatos. Até mesmo os patos me ensinaram importantes  lições espirituais. Observá-los é uma meditação. Como eles flutuam em paz, de bem com eles mesmos,  totalmente presentes no Agora, dignos e perfeitos, tanto quanto uma criatura não dominada pela mente pode ser. Eventualmente, no entanto, dois patos vão se envolver numa briga, algumas vezes sem nenhuma razão aparente ou porque  um  penetrou no espaço particular do outro. A briga geralmente dura só alguns segundos e então os patos se separam, nadam em direções opostas e batem as asas com força, por algumas vezes. Então continuam a nadar em paz, como se a briga nunca tivesse acontecido. Quando observei isso pela primeira vez, percebi, num relance, que ao bater as asas eles estavam soltando a energia acumulada, evitando assim que ela ficasse aprisionada no corpo e se transformado em negatividade. Isso é Sabedoria Natural. É fácil para eles porque não possuem uma mente humana para manter vivo o passado, sem necessidade, e então construir uma identidade em volta dele. (Eckhart Tolle - O Poder do Agora)


19/08/2011

Shiatsu


O Shiatsu tem sua origem nos métodos terapêuticos da Medicina Tradicional Chinesa. Todos estes métodos terapêuticos foram levados ao Japão pelos chineses no século X A.C. Os japoneses adaptaram em sua vida muitos elementos da cultura chinesa, o shiatsu é uma técnica derivada de uma prática chinesa chamada Anma.

Por fim o Shiatsu é  uma prática japonesa que aborda a condição musculoesquelética e orgânica. Com o intuito de prevenir doenças desenvolvendo a resistência natural do corpo a elas. Essa técnica de massagem corporal consiste na aplicação de pressão dos dedos sobre o corpo. O nome Shiatsu vem da união de duas palavras: Shi (dedo) + atsu (pressão).

É uma técnica de grande potencial preventivo, pois, ao elevar e harmonizar a energia interna, equilibra o funcionamento dos órgãos, fortalecendo a pessoa como um todo e aumentando sua resistência natural às doenças.

A definição de shiatsu adotada pelo Ministério da Saúde japonês é a seguinte:

“A terapia conhecida por shiatsu é uma forma de manipulação administrada pelos polegares e dedos e palmas, sem o uso de qualquer instrumento mecânico ou de outro tipo para aplicar pressão à pele humana, para corrigir deficiências internas, promover e manter a saúde e tratar doenças específicas.”

As formas de como o shiatsu é aplicado podem variar de terapeuta para terapeuta,  mas as mais comuns são as seguintes:

Shiatsu dos Meridianos: consiste na aplicação de pressão dos dedos e da palma da mão sobre os principais meridianos do corpo usados pela acupuntura, bem como a movimentação das articulações. (Essa técnica é utilizada por mim. Ver promoção no final deste post.)

Shiatsu Tradicional: utiliza basicamente pressões com os polegares, as mãos e os cotovelos ao longo dos meridianos e em grupos musculares.

Shiatsu de alongamento e Zen-shiatsu: consiste em um trabalho de alongamento musculoesquelético e das articulações, e de pressões ao longo dos meridianos; ambos são similares no processo de manipulação.

Shiatsu “pés descalços”: como o próprio nome diz, utilizam-se principalmente os pés, mas também as mãos.

O Shiatus é indicado em casos de:

  • Tensões e dores musculares
  • Estresse
  • Enxaqueca
  • Dores na coluna vertebral
  • Problemas respiratórios
  • Correção postural

16/08/2011

Tormenta RPG - Grids de Combate

Algumas imagens pescadas no Google + um tempinho no Corel Draw... e voilá! Grids de combate para Tormenta RPG! 
Para ter o seu grid de combate é muito simples, basta baixar o seu preferido e levar em qualquer gráfica de sua preferência para imprimir no formato A3 (os pdsf já estoã adequados neste formato), ou seja, no tamanho de 29,7cmX42cm. Eu sugiro que a impressão seja feita em papel couche liso 170g, aqui na minha cidade (Campo Grande - MS) a impressão colorida nesse formato sai por apenas R$3,80.

Para fazer o download dos grids é só CLICAR AQUI

Confira abaixo as imagens de cada grid disponível.






































15/08/2011

ADITIVOS QUIMICOS NA ALIMENTAÇÃO

No processo de industrialização, substâncias conhecidas por aditivos sintéticos são usadas para baratear o produto, garantir sua conservação e aumentar o tempo de prateleira dos alimentos... Vamos descobrir um pouco mais sobre os aditivos químicos!

FONTE: nutricaoportal.com.br  (Via e-mail do Erick Schulz)

Nos supermercados e entrepostos de comercialização, dificilmente se encontra um alimento processado que não contenha algum tipo de aditivo químico sintético, descrito nos rótulos em letras minúsculas ou siglas indecifráveis como os P.I., EPX, A-I, CT- II, entre outros. São cerca de 3800 aditivos utilizados como cosméticos para atrair os sentidos e mudar texturas (corantes, flavorizantes, adoçantes, emulsificantes e estabilizantes), como preservativos para aumentar o tempo de vida útil do alimento (antioxidantes) e como agentes que auxiliam nos processos industriais (aditivos que evitam que o alimento grude no maquinário, por exemplo).

Os aditivos fazem parte da composição da maioria dos produtos alimentícios, até mesmo entre aqueles conhecidos erroneamente como “naturais”. São substâncias baratas que conseguem agregar valor a um alimento aparentemente simples. Um aroma de baunilha ou de amêndoas pode transformar simples ingredientes como a farinha de trigo, a gordura hidrogenada e o açúcar em produtos bastante atraentes para o consumidor.

Desde o início do século 20, agentes químicos são usados na indústria alimentícia. O cloro é usado para clarear as farinhas e o bromato, para melhorar a qualidade de panifício. Amaciantes, como mono e diglicerídeos, retardam a aparência do alimento velho e o propionato de cálcio previne o mofo.

Atualmente um dos grandes objetivos desses aditivos é produzir substâncias que imitem diferentes sabores e cores; assim uma batata frita pode ter gosto de carne defumada ou queijo, uma bolacha de trigo pode ter sabor de pizza e um iogurte de morango pode ser rosa choque, por exemplo.

Sua utilização crescente preocupou os órgãos ligados à área da saúde pública a ponto de, já em 1957, a Organização Mundial da Saúde ter promovido um encontro de especialistas em aditivos alimentares, na cidade de Genebra, para discussão sobre os riscos da sua utilização. Em 1962, criou-se a Comissão do Código Alimentar que determinou os aditivos permitidos e as doses máximas diárias consideradas inofensivas ao ser humano. Com base neste trabalho, o governo brasileiro elaborou, em 1965, a primeira regulamentação para o uso de aditivos no país. Diversas atualizações têm sido feitas como autorizações para extensão de uso e inclusão de aditivos na legislação brasileira. Em 1998, um grupo de trabalho foi instituído com a finalidade de atualizar a legislação brasileira quanto ao uso de aditivos; propor regulamento técnico que consolide, harmonize e atualize os limites, as funções e o uso de aditivos e coadjuvantes de tecnologia para cada categoria de alimento; avaliar os pedidos de inclusão e extensão de uso de aditivos e coadjuvantes de tecnologia; e subsidiar a posição brasileira em reuniões internacionais, tais como Mercosul e Codex Alimentarius.

Poucos aditivos foram excluídos dessa listagem e o rastreamento e o controle do uso dessas substâncias são precários. Escassas pesquisas sobre o poder cumulativo dos aditivos nos seres humanos vêm sendo realizadas, apesar das denúncias crescentes por parte de muitos profissionais da área de saúde.

Devido a recorrentes boletins de denúncia sobre a toxicidade e os efeitos adversos dos aditivos, a FDA (Food and Drugs Administrration) estabeleceu, em 1985, um sistema de monitoramento para melhor acompanhar os efeitos dos aditivos e receber as queixas de sintomas diversos dos consumidores nos Estados Unidos. A grande maioria das queixas recebidas diz respeito ao uso do aspartame, dos sulfitos, do glutamato monossódico, dos nitratos e de alguns corantes como o carmim.

Aditivos como os nitratos, utilizados nas carnes congeladas para manter a cor, provocam náuseas e irritação gástrica, além de esconder a putrefação das carnes. Os nitratos convertem-se em nitrosaminas, substâncias de comprovada ação cancerígena. Os sulfitos são utilizados para manter o frescor das frutas e verduras in natura e evitam a descoloração e a fermentação das frutas secas e do vinho. Os sulfitos, considerados seguros até o início dos anos 80, foram identificados por pesquisas do FDA como agentes na etiologia de reações alérgicas e asma. Em 1985, o Congresso Americano forçou o FDA a banir os sulfitos das frutas e verduras in natura, mas seu uso continua liberado em batatas, frutas secas e vinho. O BHT e o BHA são substâncias químicas com ação antioxidante, adicionadas aos óleos e aos alimentos gordurosos para prevenir a rancificação dos mesmos. A Agência Internacional em Pesquisa de Câncer, ligada a Organização Mundial da Saúde, listou essas substâncias como potentes carcinogênicas para os seres humanos.

O benzopireno é outro potente agente carcinogênico, utilizado na defumação artificial de carnes, peixes, presuntos e embutidos em geral. Na Islândia e no Japão o consumo desses produtos é elevado e a alta prevalência de câncer de estômago no país é relacionada, em alguns estudos, ao consumo de defumados.
Os poucos estudos disponíveis indicam diferentes repercussões sobre a saúde humana.

Estudo recente brasileiro apresentado no Caderno de Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Osvaldo Cruz ressalta alguns resultados abaixo apresentados:


Alguns aditivos alimentares podem induzir à urticária e angioedema em indivíduos suscetíveis.

Entre os corantes considerados responsáveis por alterações no comportamento humano destacam-se: tartrazina, amaranto, vermelho ponceau, eritrosina, caramelo amoniacal.

Conservantes como derivados do ácido benzóico e os ácidos sulfídrico e sulfito podem induzir à hiperatividade.

Os antioxidantes sintéticos também são considerados fatores de risco para transtornos de déficit de atenção e hiperatividade, especialmente em crianças.

As nitrosaminas e os antioxidantes BHA (butil hidroxianisol) podem provocar danos e mutações no DNA levando a neoplasias (câncer). Corantes artificiais, como eritrosina e a tartrazina, também apresentam potencial carcinogênico.

Existem outras pesquisas que relacionam o consumo de sulfitos a alergias e asma e o corante carmim, a reações alérgicas e choque anafilático em pacientes hipersensíveis.

O glutamato monossódico é associado a prejuízos neurológicos em crianças, além de isquemia, mal de Alzheimer e Parkinson em adultos. Estudos associam o glutamato a lesão cerebral, além de congestão facial, sensação de queimação no rosto, dor de cabeça, náuseas, palpitações, suores frios, tonteira e sensação de fraqueza.

Experiências em laboratório já mostravam, em 1991, que o ciclamato, o aspartame e a sacarina, usados em produtos light, causam câncer em cobaias. Nos seres humanos, a relação câncer e adoçantes é muito difícil de se estabelecer devido à multiplicidade de fatores envolvidos na etiologia da doença e à dificuldade de se precisar a ação cumulativa das substâncias cancerígenas.

Não há duvida que precisamos de mais estudos e mais atenção dos órgãos de vigilância sanitária para o controle dessas substâncias na indústria de alimentos.

Lembramos ainda, que os alimentos orgânicos não permitem a utilização de aditivos químicos sintéticos no seu processamento, constituindo-se, dessa forma, em um alimento mais seguro para a prevenção de diversas doenças e disfunções.

Conceito de aditivos 

São aquelas substâncias acrescentadas aos alimentos para melhorar sua cor, textura e aroma ou para conservá-los frescos por mais tempos.

Lista de Aditivos 

7 Belo - Nestlê.

Ingredientes: Açúcar cristal, xarope de glucose e gordura vegetal.

Aditivos: acidulante ácido lático, aroma natural de menta, estabilizante leticina de soja, monoesteorato de glicerina.

Água tônica diet – Antarctica

Ingredientes: Água gaseificada, extrato vegetal aromático e quinino.

Aditivos: Aroma natural, conservador benzoato de sódio, acidulante ácido cítrico e ácido tartárico, edulcorante artificial, sacarina sódica e ciclamato de sódio.

Bala de nata - Aymoré.

Ingredientes: Açúcar, glucose, soro de leite em pó, gordura vegetal hidrogenada, amido de milho, gelatina e sal.

Aditivos: Estabilizante lecitina de soja, aroma artificial de nata cremosa. 

Big Bol - Ping-Pong.

Ingredientes: Açúcar, xarope de glicose, base para goma de mascar.

Aditivos: Aroma artificial de tuti-fruti, anti umectante de glicerol, estabilizante lecitina de soja, acidulante, ácido cítrico e corante artificial eritrozina.

Biscoito doce de leite - Triunfo.

Ingredientes: Farinha de trigo, açúcar cristal, gordura vegetal hidrogenada, açúcar invertido, amido de milho, soro de leite em pó, doce de leite em pó e sal refinado.

Aditivos: Aroma reconstituído de doce de leite, estabilizante lecitina de soja e corantes naturais. 

Bubaloo - Adams.

Ingredientes: Açúcar, xarope de glicose, base para goma de mascar.

Aditivos: Acidulante ácido cítrico, aroma natural de lima-limão, corantes artificiais.

Clorets - Adams.

Ingredientes: Açúcar e xarope de glicose.

Aditivos: Cristais de mentol, actizol, corante natural de clorofila.

Creme de alho - Queops.

Ingredientes: Sal, alho, açúcar, glutamato monossódico.

Aditivos: Corante natural de cúrcuma. 

Creme de Leite – Parmalat

Ingredientes: Creme de leite, leite em pó; expressastes goma alfarroba e carragena e estabilsante citrato de sódio.

Aditivos: citrato de sódio 

Frumelo - Lacta.

Ingredientes: Açúcar, glucose, gordura vegetal hidrogenada, leite em pó desnatado,
gelatina, malto dextrina de milho, suco concentrado de framboesa e amido de milho.

Aditivos: sabor artificial de framboesa, colorido artificialmente.

Gelatina - Sadia.

Ingredientes: Açúcar, gelatina e sal refinado.

Aditivos: Estabilizante citrato monossódico, aroma natural de limão, corantes artificiais
e acidulantes ácido cítrico e ácido fumárico. 

Grill - Maggi.

Ingredientes: Sal, glutamato monossódico, amido de milho, cebola, gordura vegetal hidrogenada, salsa, alho porró, mangerona, aipo, louro, pimeta-do-reino e cúrcuma.

Aditivos: Aroma natural de alho, acidulante ácido cítrico e anti-umectante dióxido de silício. 

Iogurte de morango - Damare.

Ingredientes: Leite, açúcar, fermento láctico e polpa de morango.

Aditivos: Corante natural de choconilha e sorbobato de potássio. 

Leite de Côco – Socôco

Ingredientes: Leite de côco padronizado para 11 a 13% de gordura.

Aditivos: (não possui) 

Maionese Hellmann's - Refinações de Milho Brasil

Ingredientes: Óleo vegetal, ovos, vinagre, sal, açúcar, suco de limão concentrado, óleo rezina de páprica, olho e essencial de mostarda.

Aditivos: Edta Calcica dissódica 

Maria Mole de Coco - Bretzke.

Ingredientes: Gelatina em pó comestível e açúcar.

Aditivos: Aroma natural de coco. 

Molho de tomate com linguiça Calabresa - Maggi.

Ingredientes: Tomate em pedaços, extrato de tomate, cebola, linguiça calabresa, fécula de mandioca, azeite de oliva, óleo de soja, sal, alho, pimenta vermelha, erva-doce, salsa e pimenta-do-reino.

Aditivos: Acidulante ácido cítrico. 

Nestrogeno – Nestlè

Ingredientes: Leite de vaca parcialmente desnatado, sacarose, xarope de milho, óleo de milho, lecitina de soja, vitaminas e sais minerais.

Aditivos: Ácido fólico, ácido pantotênico e inositol. 

Ovomaltine tipo capuccino - Sandoz Nutrition S.A

Ingredientes: Açúcar cristal, soro de leite em pó, glucose, extrato de malte, cacau em pó.

Aditivos: Lecitina de soja, ET.I (fosfolipídeos), corante catamelo, C.V (não existe), espessante carragena E.P.X (carragena), e aroma imitação de baunilha. 

Patê Creme - Swift.

Ingredientes:Bacon, carne porcina, toucinho, miúdos, água, amido, proteína vegetal e sal refinado.

Aditivos: Estabilizante ET-IV (polifosfatos), vinagre e açúcar, antioxidante A-I (ácido ascórbco) e conservador P-VIII (nitritos).

Patê de galinha – Sadia

Ingredientes: Carne de frango, fígado de frango, toucinho, gordura vegetal, amido, sal, proteína vegetal, condimentos naturais e glutamato monossódico.

Aditivos: Estabilizante Et.IV ( polifosfatos), aromatizante natural composto, anti-oxidante A I I (ácido cítrico) A XIV (não existe), acidulante H.X (não existe) e conservador P.VIII (nitrito).


Patê de presunto - Swift.

Ingredientes: Carne suína, carne bovina, água, farinha de trigo, sal refinado e proteína vegetal.

Aditivos: Estabilizante ET-IV (polifosfatos), condimento natural, antioxidante A-XIV (não existe) e conservante P-VIII (nitrito).

Queijo fatiado tipo suiço – Nestlè

Ingredientes: Queijo suiço, soro de leite, creme de leite e sal.

Aditivos: Estabilizante citrato de sódio e fosfato de sódio, conservador ácido sórbico e reguladores de acidez ácido lático e ácido cítrico.

Refrigerante de laranja – Schincariol

Ingredientes: Suco natural de laranja concentrada e açúcar.

Aditivos: Ácido cítrico, ácido isoascórbico, benzoato de sódio e emulsão de óleo de laranja colorida artificialmente. 

Refrigerante de maçã Apple – Schweppes

Ingredientes:água gaseificada, açúcar e suco concentrado de maçã.

Aditivos: Aroma natural, acidulante ácido cítrico, conservante benzoato de sódio e corante caramelo. 
Refrigerante Guaraná – Schincariol

Ingredientes: Água carbonatada, aroma de óleos, essências, açúcar.

Aditivos: extrato de guaraná, ácidos cítrico e fosf´rico, corante caramelo e benzoato de sódio. 

Requeijão light – Danone

Ingredientes: Leite desnatado, creme de leite concentrado protéico de soro de leite, fermento lático e sal.
Aditivos: Patifosfato de sódio. 

Sal – Marlin

Ingredientes: cloreto de sódio, iodato de potássio.

Aditivos: Anti-umectante AU.II (carbonato de magnésio) e AU.VI (não existe). 

Salsicha tipo Viena - Swift.

Ingredientes: Carne bovina, proteína vegetal, sal e amido.

Aditivos: Flavorizante F-I (natural), antioxidante A-I (ácido ascórbico), estabilizante ET-IV (polifosfatos) e conservador P-VIII (nitrito). 

Salsichas ao molho - Swift.

Ingredientes: Carne bovina, água, tomate, proteína vegetal e extrato de tomate.

Aditivos: Estabilizante ET-IV( polifosfatos), antioxidante A-XIV (não existe) e conservante P-VIII (nitrito). 

Salsicha tipo Viena - Swift.

Ingredientes: Carne bovina, proteína vegetal, sal e amido.

Aditivos: Flavorizante F-I (natural), antioxidante A-I (ácido ascórbico), estabilizante ET-IV (polifosfatos) e conservador P-VIII (nitrito). 

Sazon - Aginomoto.

Ingredientes: Glutamato monossódico, sal, alho, calorífico, cebola, cúrcuma.

Aditivos: Inosinato de sódio, louro, pimenta-do-reino, proteína vegetal hidrolizada e salsa. 

Shoyu - Hinomoto.

Ingredientes: Soja, milho, sal, açúcar e condimentos.

Aditivos: Conservante P-I (ácido benzóico) e corante caramelo. 

Suco de maçã - Yakult.

Ingredientes: Suco de maçã concentrado e água.

Aditivos: Aromatizante natural da fruta F-I (natural).

Taffman-E - Yakult.

Ingredientes: Mel de abelha, extratos vegetais aromáticos, açúcar, vinho e monoglutamato de sódio.

Aditivos: Acidulante ácido cítrico e ácido málico, edulcorante natural sorbitol, estabilizante citrato de sódio. 

Tempera-Tudo - Maggi.

Ingredientes: Sal, cebola, gordura vegetal hidrogenada, alho, louro, coentro, salsa e cominho.

Aditivos: Anti-umectante dióxido de silício, aroma natural de cebola e alho. 

Tempero completo com pimenta - Queops.

Ingredientes: Sal, cebola, alho, coentro, açúcar, glutamato monossódico, pimenta preta, louro, pimenta vermelha, cúrcuma, mangericão e salsa.

Aditivos: Aroma natural de alho. 

Torrone de amendoim - Embaré.

Ingredientes: Amendoim, glucose, açúcar, gordura vegetal hidrogenada, albumina, amido de milho e sal.

Aditivos: Aroma artificial de vanizol e aroma natural de limão. 

Toddynho - Quaquer.

Ingredientes: Açúcar, leite em pó desnatado, soro de leite, gordura vegetal, cacau em pó, extrato de malte e sal.

Aditivos: Aroma imitação de baunilha, espessante carragena, estabilizante lecitina de soja e monodiglisserídeos. 

Vinagre de vinho tinto – Toscano

Ingredientes: vinagre simples, fermento acético.

Aditivos: conservador P.V


08/08/2011

Carlo Ginzburg - História na Era Google



Um pouco sobre Carlo Ginzburg.

É um historiador e antropólogo italiano, conhecido como um dos pioneiros no estudo da microhistória.

Filho do professor e tradutor Leone Ginzburg e da romancista Natalia Ginzburg, estudou na Escola Normal Superior de Pisa, e em seguida no Instituto Warburg em Londres; ensinou história moderna na Universidade de Bolonha e, em seguida, nas universidades de Harvard, Yale e Princeton, além da Universidade da Califórnia em Los Angeles (nesta última, ocupou durante duas décadas desde 1988, a cadeira de história do Renascimento italiano). Desde 2006 ele ocupa a cadeira de história cultural europeia na Escola Normal Superior de Pisa.

Atento especialista das atitudes e crenças religiosas populares do início da época moderna, publicou em 1966 Os andarilhos do bem (I Benandanti), um estudo sobre a sociedade camponesa de Friul do século XVI, no qual ilumina, tendo como base um tipo de documentação relacionada a processos inquisitoriais, a relação dialética entre um complexo sistema de crenças amplamente disseminadas no mundo rural, resultado da evolução de um antigo culto agrário, e sua interpretação pelos inquisidores que tendiam a equipará-las a formas codificadas de bruxaria. Tornou-se mundialmente conhecido com a obra O queijo e os vermes (Il formaggio e i vermi, 1976), que abordava a vida de um camponês em Montereale Valcellina, Itália. Em História noturna (Storia notturna,1989), ele traça um caminho complexo desde a caça às bruxas até uma grande variedade de práticas que evidenciam substratos de cultos xamânicos na Europa.


07/08/2011

Reconto: Anna



Existiu uma cidade, de pequenezas e miudezas, recheada de moradores que julgavam conhecer a vida de todos os habitantes e transeuntes. Com tantas árvores quanto granulados de chocolate ao redor de um brigadeiro. A banalidade era a prata da casa.

Mas, à vezes, esta cidade se vestia com um manto soturno e sobrenatural. Que era militarmente ignorado por seus habitantes. E foi numa destas vezes – em que o xairel preternatural regaçava as mangas e os moradores tampavam os ouvidos – que Anna veio ao mundo. Concebida de parto natural, despojada do útero pelas mãos caridosas de uma cigana.

A cidade, que não deixou de notar o momento em que a luz se deu, tratou logo de desligar o interruptor e manter aquela "nova cidadã" no breu da indiferença.

Falhou.

Tentou o regurgito. A Matris Vis frustrou seus planos. Intentou uma perseguição religiosa, mas, enfim, a sorte interveio.

Anna cresceu. Salvo a perseguição e as mazelas. Cresceu.

A cidade continuou a mesma – pequena e miúda.

Uma mulher, uma linda mulher Anna se tornou. Os cabelos longos e loiros lembravam àquela cidade os rebentos angélicos. Os profundos olhos azuis inundavam a terra e a elevavam a um status oceânico. O corpo de cumes andinos e vales edênicos exalava o aroma do fruto do conhecimento do bem e do mal.

A cidadezinha invejou-a.

Os auspícios eram bons, desta vez, para a Lilith daquele município. Quando o risco da mácula urbana revelou-se, Anna abriu suas asas e voou. Voou como nunca havia voado antes. Dos olhos, e do profundo azul contido neles, a chuva caiu. E caiu.

Uma tempestade seguiu-se durante semanas.

Os pecados foram lavados.

A cidade se afogou.

Tudo nela agora era Anna.

04/08/2011

Pranayama

Pranayama é uma palavra sânscrita (Devanagari: प्राणायाम, prāNāyāma) e significa respiratório. Ele é o quarto ramo do Raja Yoga, exposto no Yoga Sutras de Patañjali. Prana é a fonte de energia. O prana é substrato universal. Pranayama é o conhecimento e controle do Prana.

Cuidados para um pranayama com êxito.

Há quatro requisitos para uma pranayama com êxito. O primeiro é o lugar apropriado (shana), de preferência um local tranquilo e fresco, livre de distrações. O segundo é o momento apropriado (kala), de preferência nas horas antes da madrugada, quando o estômago não está nem cheio nem vazio. Um principiante só pode praticar a pranayama durante cinco ou dez minutos de cada vez, enquanto um praticante mais avançado pode fazê-lo durante uma hora. O terceiro requisito é a dieta apropriada (mit-ahara), que deve ser a padmasana ou siddhasana. O corpo, sentado, deve encontrar-se ereto, com as mãos colocadas sobre os joelhos e os olhos fechados. O praticante deve começar pela respiração normal e com a mente livre de pensamentos. O quarto requisito é a  a pureza dos canais (nadi) de energia (nadi-shuddi), pelos quais a respiração é absorvida e deitada fora.

(Richard Waterstone in "O Espírito da Índia")

Pranayama.

Pranayama é o controle da energia vital, sendo a regulação dos movimentos da respiração, o meio de alcançá-lo. O tórax, ou a cavidade do peito é como uma caixa móvel que contém os mais importantes órgãos da respiração: os pulmões, e da circulação: o coração. Os principais músculos do tórax são os intercostais, que preenchem a cavidade entre as costelas, e o diafragma na base, separando a cavidade peitoral da abdominal, participantes ativos na respiração.

Naturalmente outros pequenos músculos trabalham no ato da respiração, inclusive os da face. Na respiração, o ar entra pelas narinas, passando pela laringe e traqueia, que se divide em duas, uma para cada pulmão. Os pulmões têm uma textura elástica e são formados por pequenos sacos, os alvéolos, cuja função é permitir que as células vermelhas do sangue absorvam oxigênio e devolvam gás carbônico.

Essas células vermelhas são as carregadoras de oxigênio dos pulmões para os diversos tecidos do corpo. O oxigênio é imprescindível em toda e qualquer atividade humana. Todo esse trabalho é intimamente conectado com o funcionamento do coração. Do ponto de vista fisiológico, o propósito de qualquer exercício respiratório é a assimilação de uma máxima quantidade de oxigênio com um mínimo gasto de energia.

Do ponto de vista yogue, o propósito do exercício respiratório é diminuir o ritmo do metabolismo, mais especificamente, diminuir o movimento psíquico (facilitando a concentração). Os yogues postulam a existência de dois tipos de atividade neurofisiológica que geram e controlam o ato da respiração: uma é estimulada pela influência solar, juntamente com a respiração pela narina direita (pingala); a outra, é estimulada pela influência lunar e a respiração pela narina esquerda (ida).

É muito importante para a saúde, o equilíbrio entre estas duas correntes energéticas. Desde muito cedo, foi também observado pelos yogues, a correlação entre o funcionamento cerebral e mudanças no volume, força e ritmo da respiração. Falam de uma biounidade entre mente e o prana, uma correspondência entre o pensamento/emoções e a respiração. Prana é um conceito que tem causado muita polêmica entre os escritores modernos sobre seu significado. O yogue Shri Yogendra o define como uma ‘força biomotora’ ou ‘bioenergia’, ou ‘energia vital’, difundida por todo o corpo e sustentáculo da vida. É a energia responsável pela unidade e harmonia do corpo. Sua principal função é o movimento.

O movimento mental, ele próprio, é prana. Sem prana não há função cognitiva. Em outras palavras, prana “é uma atividade vibratória que sustenta o processo da vida” (Yogendra). O ato de inspirar e expirar “alimentam” este funcionamento. Pranayama tecnicamente é a restrição ou suspensão da inspiração ou da expiração (literalmente é restrição – yama – do prana, ou seja, restrição do movimento). A essência do pranayama é, portanto, a pausa respiratória, que diminui o funcionamento mental, propiciando condições para a meditação. O Instituto de Yoga de Mumbai reciclou as técnicas tradicionais, propondo oito maneiras de se realizar o pranayama:

Pranayama I – igualar os tempos de inspiração e expiração
Pranayama II – expansão lateral dos pulmões (Respiração Intercostal)
Pranyama III – expansão superior dos pulmões (Respiração Clavicular)
Pranayama IV- expansão inferior dos pulmões (Respiração Diafragmática)
Pranayama V – Sunyaka: manter os pulmões vazios
Pranayama VI – Puraka: inspiração prolongada
Pranayama VII – Kumbhaka: manter os pulmões cheios
Pranayama VIII – Rechaka: expiração prolongada

Existe também um pranayama tradicional, que por sua ação sobre o sistema nervoso, é ensinado por todos os Institutos de yoga, chama-se: Anulomaviloma Pranayama, ou Respiração Alternada (alterna-se as narinas nas inspirações e expirações).

Além dos benefícios fisiológicos, pranayama tem, segundo o yoga, uma importância fundamental no desenvolvimento do conhecimento discriminativo. O ‘insight’ sobre nossa dimensão transcendental advém da quietude interior, da parada de todo movimento da matéria em nós. Sendo o prana a própria atividade vibratória da mente, sua restrição leva a esta parada, que só é alcançada completamente em Samyama, ou seja, no processo contínuo de concentração (dhárana), meditação (dhyana) e transe (samádhi).

Em outras palavras, a prática do pranayama sensibiliza para o aspecto transcendente da vida, aponta uma série de sinais sobre si mesmo a partir dos quais se pode adquirir uma resposta genuína e individual à questão ‘quem sou eu?’


Principal fonte: GnosisOnline

03/08/2011

Dharma Magazine #01

Eis a primeira edição da revista eletrônica Dharma Magazine. Revista especializada no RPG Maytréia, publicado pela editora Daemon e escrito por Danilo Faria!
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